<font color=0094E0>Um século de luta e resistência</font>
Foi há cem anos que a Companhia União Fabril, a célebre CUF, passou o Tejo para se instalar em terras do Barreiro. Um século passado, cantam-se loas a Alfredo da Silva, o líder da empresa que se tornaria, com o regime fascista que ajudou a moldar, no maior grupo económico nacional – o Grupo CUF, mais tarde Grupo Mello.
Mas não é possível contar esta história sem falar dos seus trabalhadores. Porque foram eles que, ao longo dos anos, sujeitos a uma brutal exploração e a múltiplas violências, tornaram possível a Alfredo da Silva e aos seus descendentes embolsarem o muito que possuíam. Os trabalhadores foram os grandes protagonistas desta história, sobretudo porque lutaram por salários e horários dignos, pelo direito à greve, pela liberdade, que chegaria a 25 de Abril de 1974 e para a qual tanto contribuíram.
Após a Revolução, os trabalhadores da CUF mantiveram-se na primeira linha da luta. Apoiaram a nacionalização da empresa e, mais tarde, combateram firmemente a sua privatização, encetada pelo então primeiro-ministro Cavaco Silva. Actualmente, no que resta do tecido industrial do Barreiro herdado da CUF e da Quimigal, os seus operários são dos primeiros a exigir trabalho e direitos. Hoje como ontem, com o apoio constante e solidário do PCP.
Mas não é possível contar esta história sem falar dos seus trabalhadores. Porque foram eles que, ao longo dos anos, sujeitos a uma brutal exploração e a múltiplas violências, tornaram possível a Alfredo da Silva e aos seus descendentes embolsarem o muito que possuíam. Os trabalhadores foram os grandes protagonistas desta história, sobretudo porque lutaram por salários e horários dignos, pelo direito à greve, pela liberdade, que chegaria a 25 de Abril de 1974 e para a qual tanto contribuíram.
Após a Revolução, os trabalhadores da CUF mantiveram-se na primeira linha da luta. Apoiaram a nacionalização da empresa e, mais tarde, combateram firmemente a sua privatização, encetada pelo então primeiro-ministro Cavaco Silva. Actualmente, no que resta do tecido industrial do Barreiro herdado da CUF e da Quimigal, os seus operários são dos primeiros a exigir trabalho e direitos. Hoje como ontem, com o apoio constante e solidário do PCP.